No intervalo destas férias, sinto-me bem melhor após dois anos de cuidados com a saúde e quase um ano afastada da escola para tratamento, cirurgia dos joelhos, seguidas e intensas sessões de fisioterapia e hidroterapias. Ainda estou no “acabamento” segundo o fisioterapeuta, mas, na expectativa - e com vontade - de voltar para a escola e acompanhar mais de perto todo o processo pedagógico.
Neste entremeio...
Tempo de relax e renovação...
Por aqui... neste janeiro renovamos sempre as bodas de casamento no dia 26 próximo. Estamos agora no tempo da madrepérola (Nácar). Segundo a mitologia greco-romana, a deusa Afrodite (grega) ou Vênus (romana) nasceu dentro de uma concha madrepérola, criada pelas espumas do mar. A deusa do amor. Muito agradável saber. Essa concha reflete várias frequências da luz de acordo como é iluminada e se ilumina, tons rosas, azuis, verdes ou amarelos mesclam-se nos olhares, valorizam sentimentos e atravessam os cotidianos desses nossos 31 anos. Somam-se ainda neles mais três anteriores.
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| O amor ilumina nossos olhares há 34 anos... |
Sobre as virtudes do amor...
O amor é paciente,
é benigno,
o amor não arde em ciúmes,
não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente,
não procura os seus interesses,
não se exaspera,
não se recente do mal,
não se alegra com a injustiça,
mais regozija-se com a verdade,
tudo sofre,
tudo crê,
tudo espera e tudo suporta...
O amor nunca falha...
Agora, vemos como em espelho, obscuramente,
então veremos face a face.
Agora, conheço em parte;
então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem
a fé, a esperança e o Amor, estes três;
porém, o maior destes é o Amor.
Apóstolo Paulo de Tarso ou Saul de Tarshish
(I Coríntios 13: 1-13)




