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domingo, 30 de maio de 2010

Selinho Fabuloso: toque de afeto


Recebi este selo de duas grandes mulheres aqui do Pará: primeiro recebi o toque da talentosa amiga Daniela, bióloga, fotógrafa e blogueira fantástica que nos faz conhecer as maravilhas de seus clics sensíveis de sua "Maria Benedita", sempre alerta e cheia de bossa, conheça-a em "Lela Orca"; o segundo toque veio da querida tutora do Mídias na Educação Pará, Jamille Galvão, que me acolheu com tanto carinho em sua turma Castanhal 2, pois, estava eu quase desistindo do curso na expectativa da cirurgia nos joelhos e por este motivo ausente fisicamente da escola, embora continue trabalhando em casa...

Pelos dois afetuosos motivos resolvi dar continuidade à brincadeira e dos toques de afetos recebidos espalho para outras amigas, porém, aqui quero fazer uma reflexão e modificação. Temos dois cérebros, composto por dois hemisférios direito e esquerdo. O direito é o que sente, o emocional, o que recebe tudo o que é abstrato e dele retira informações a serem processadas pelos sentidos. O esquerdo é o que aciona os mecanismos cognitivos, classifica as informações, compara com as já existentes, faz cálculos, previsões, emite alarmes e determina procedimentos. Às tais funções se qualificam os lados em feminino ou masculino, cujas conexões nos integram como seres inteiros, completos.

Pensando nessa inteireza toda ecoando, vou dar sequência ao jogo dos afetos e “linkar” dois colegas e mais três colegas, pois, segundo a idealizadora do selo do "Aninha fazendo arte" posso escolher no mínimo cinco [pessoas inteiras] que considero fabulosas...

Escolho...
1. O quarteto da Lenira, do “
Alfabetização em foco”;
2. A simplicidade maravilhosa da Adrianne, em “
Mevitevendo”, está uma delícia passar por lá, com certeza vão gostar do “pequenos prazeres”, último post dela. Aproveitem e naveguem nos demais.
3. E a “menina” que me encanta em sua sensibilidade, a IsaBelle em seu “
Pedra do Sono”, título interessante...

E aqui vem o diferencial, valorizando e personificando os nossos outros lados especialíssimos, pela sensibilidade e criticidade de suas postagens, orientações, definições, visitas, incentivos e abraços virtuais...

4. Aquele que vive “
Catablogando Saberes” e nos encantando em sua performance de educador físico: Max Martins.
5. E o mestre sensível que desperta educadores na arte de blogar e bricolar através da informática educativa: Franz Kreuther, nas atividades presenciais ou em seu "
este blog é minha rua". Assim ajuda a desconstruir, tecer, integrar, comunicar e difundir conhecimentos no processo de formação continuada de professores e suas escolas, acreditando no desenvolvimento tecnológico da educação pública aqui de Belém e do Estado.

Como parte acrescentada do jogo, devo ainda dizer as coisas que me deixam triste e as que me deixam feliz. Faz parte de uma pequena modificação do selo original...
As coisas que me deixam triste são: ver um aluno saindo da escola sem rumo...
As coisas que me deixam feliz: as aprendizagens que fazem sorrir, vibrar e nos humanizam ainda mais em nosso espaço de relações aprendentes e interdependentes.

Para saber mais:
BLOISE, Paulo V. O tao e a psicologia. São Paulo: Angra, 2000.
SPRINGER, Sally P.; DEUTSCH, Georg. Cérebro esquerdo, cérebro direito. 2 ed. São Paulo: Summus, 1998.
Imagem 1: http://aninhafazendoarte.blogspot.com/
Imagem 2: http://anseios.files.wordpress.com/2008/05/abraco.jpg
Imagem 3: http://www.vivapernambuco.com.br/site/images/stories/Pingo_D-Agua.jpg

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Selinho da Dedicação e seus fundamentos emocionais na blogosfera


Desta vez fiquei a pensar: o que quer dizer "ser ou estar dedicada"? Ser cuidadosa. Esmerar-se... Respeitar. Doar-se. Entregar-se. Amar. "Saber" ouvir. Ser sensível. Orientar. Educar. Reeducar-se e junto ao outro. Reaprender. Desconstruir-se. Inteirezas. É o meu sentido em ação! Nessa busca incessante cheguei até "ao toque de amor", para saber mais sobre essa corrente energética que se espalha entre blogueiras dedicadas - como opção de vida.

Dedilhar. Saber tocar. De natureza artesanal. Construção. Re-olhar. Re-olhar-se! Ser humilde. Ser crítico. Afetar-se. Abraçar. Ter atitude. Contribuir com poesia e sonhos onde mais se precisa deles. A vida é dura. O planeta clama por socorro. E em cada ponto dele em que colocamos o alfinete para demarcar estudos. O mapa do nosso mundo. Estamos nele enquanto natureza humana.

Como estamos nos dedicando em nosso pequeno universo ou no grande universo? Nessa complexa relação vamos observando transições, flutuando no tempo e no espaço, ao mesmo tempo em que sofremos mudanças, pequenas transformações vão ocorrendo.

Pensamos e vamos digitalizando nossas emoções, razões, racionalidades, interações, diálogos e navegando nas telas que se descortinam, ressignificando nossas autorias e releituras.

Assim mais uma vez recebi um selinho, e esse veio lá do Rio de Janeiro, da querida amiga virtual,
Adrianne Ogêda. Há coisas em comum, dentre elas, a paixão pela literatura/semiótica/gênero discursivo - e por crianças -, com a importante missão de aprender com elas enquanto interagimos em nossas desconstruções que nos desafiam mais a aprender. As perguntas vão nos impulsionando para a frente, e reverenciamos esses momentos de trocas e na "blogosfera" - a nova palavra do nosso vocabulário de um ano de Blog. "Mevitevendo" nas Aprendências. Sincronicidades.

- Para quem ofereço?

À Daniela Torres, pela maestria de sua lente e sensibilidade em captar imagens de animais em seus habitat e transformar tais momentos em poesia ambiental - a virtuosidade virtual das novas tecnologias a favor da Vida, do belo. Mais essência. Mais saber. Mais amor.

E nesse ponto chegamos a Maturana (2004), enquanto um convite à reflexão sobre a espécie de mundo em que vivemos, de que é feito? Requer um exame dos fundamentos emocionais do nosso viver.

Assim pensamos a educação na perspectiva do amor e da solidariedade. Que tipo de participação tem sido a nossa, no sentido de construir paz, e não só após explanações/expiações da guerra - como contrapontos e atitudes em favor da Vida? Os fundamentos emocionais influenciam nossas ações, quando vamos mudando o nosso emocionar, o nosso funcionamento, em relação ao nosso ser cultural.

Para esse princípio do pensamento, Santos (2002, p. 30) nos reforça o re-olhar, pois, "estamos tão habituados a conhecer o conhecimento como um princípio de ordem sobre as coisas e sobre os outros que é difícil imaginar uma forma de conhecimento que funcione como princípio de solidariedade".

Estamos interligados na teia da vida, mesmo em nossas diferenças e silêncios, assim com o meio ambiente mantemos uma relação de interdependência é o que vejo na lente de Daniela, lá no município de Bragança (PA) a nos chamar a atenção. Me vejo te vendo, não é Adrianne?

Estejamos alertas e interligadas! O meio ambiente clama por nossa inteireza e reverência. Quem ama, cuida!

Referências
- MATURANA, Humberto. Amar e brincar: fundamentos esquecidos do humano. São Paulo: Palas Athena, 2004.
- SANTOS, Boaventura de Sousa. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. São Paulo: Cortez, 2002.

Imagem 2: http://www.deuslovult.org/2010/01/17/stat-crux/ (modificada)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Natal combina com leituras: novo selinho


Adrianne Ogêda, chegou de uma bela Ilha, verdes-mares, com uma boa novidade, depois de me oferecer conchinhas imaginárias lançou-me o selinho para casar o espírito natalino - as nossas representações, identidades e "renascimentos" - com leituras, através de livros lidos em 2009, outras identificações ou nascimentos. Vale a pena ir até lá e conferir suas sensações, percepções e (re)descobertas advindas da ventura de conhecer Fernando de Noronha.

As regras são:

Enumere 10 livros que o/a marcaram este ano:

1. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social, de Roxane Rojo
2. Da fala para a escrita: atividades de retextualização, de Luiz Antônio Marcushi
3. Alfabetização possível: reinventando o ensinar e o aprender, de Jaqueline Moll
4. A arte de escrever, de Schopenhauer
5. Tomada de consciência e conhecimento metacognitivo, de Sandra Regina K. Guimarães (Org.)
6. Os significados dos desenhos de crianças, de Ângela Anning e Kathy Ring
7. Frato, 40 anos com olhos de criança, de Francesco Tonucci
8. Tantas palavras, todas as letras, de Chico Buarque
9. Mulher com o seu amante, de Stella Pessôa
10. Memórias de um suicida, de Yvonne A. Pereira

2) Responder a pergunta:

- O que é que gostas mais de fazer no Natal?

Estar com a família e em minha casa, incluindo meus quatro daschund teckelI, popular salsichinhas. Mas, podemos estar juntos em qualquer lugar também. E imaginar, sonhar e planejar o amanhã mais feliz a todos através de meu trabalho pedagógico partilhado com muitos colegas. Ouvindo o diferente e aprendendo muito mais para melhor re-olhar e repensar o cotidiano, o ambiente e as nossas relações interdependentes para novos vôos.

3) Dar este selinho a pelo menos 3 pessoas (clique nos nomes das colegas para chegar até seus blogs).

Lenira, Deolinda, Claudiane e Vanda, penso que vão brigar menos na escolha, eh! eh! eh!, o quarteto está cada vez mais afinado. Dá uma olhadinha no blog delas.

Marli Fiorentin, do delicioso "Ficção versus Realidade".

Raquel, blogueira recém-descoberta, através do blog de professora Socorro Braga, de Bragança-PA.

Estou louquinha para conhecer as leituras de vocês também.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Tempo de Leitura: presentificações e historicidades


Adrianne Ogêda, a querida colega lá do Rio de Janeiro, que leciona também por Macaé, me presenteou com este belo selo.

Fugi da regra, pois, tinha eu que escolher três livros e apresento mais um, talvez esteja em fase mais reflexiva e volte a remexer os livros, quem sabe por estarmos no final de 2009, revisão, limpeza de casa, planejamento 2010, novo ano, perspectivas, presentificações, sonhos, mudanças necessárias, promessas para si mesmo etc e tal. Fiz uma viagem pela filosofia e pela religião...

Para todas as crianças e de todas as idades...
Menino Deus, Menino Jesus e para as Simplesmentes Marias (às músicas, com o tempo necessário, clique nos links anteriores). Homenagens singelas. Supremas a todos nós! Assim começo com um livro infanto-juvenil, para variar. E este primeiro é o meu adendo:

GAARDER, Jostein. Ei! Tem alguém aí? São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1997.

Um irmão espera outro que está a nascer e nesse meio-tempo um outro menino vindo de um planeta distante aparece dependurado como uma maçã em uma macieira, de ponta-cabeça, vindo de outro planeta e nascido de um ovo. Não sabem quem está ao contrário e seguem-se perguntas a questionar o óbvio. Que gosto tem a primeira maçã que alguém tem na vida? Há belezas como a reconhecer o fato de que “quanto mais escura a noite maior é a quantidade de sóis que podemos ver no céu”. E o que nos leva a seguir em frente é saber que “a resposta é sempre um trecho do caminho que está atrás de você. Só uma pergunta pode apontar para a frente”. Assim os dois novos amigos interrogam-se e se divertem muito com os enigmas partindo da premissa que as perguntas merecem reverência. Sobre a amizade no meio-tempo encontrei à significativa passagem “quando duas pessoas levantam a cabeça e cada uma sai do seu vale profundo para encontrar a outra lá em cima da montanha, pouco importa como se chama a montanha, ou de onde cada uma veio”. Por isso vale a pena ler o livro pelas redescobertas que fazemos com as crianças.

NIETZSCHE, Friedrich. Humano, demasiado humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

Mudar o mundo e o ser humano a partir de si mesmo, é fácil? É desafiar-se, desafiante, desafiado, pois, de nós não podemos calar. Segundo Nice (prólogo, 1886), este livro exige muito, “ele se dirige a pessoas que não vivem atormentadas por uma obrigação boçal, ele pede sentidos delicados e exigentes, tem necessidade do supérfluo, da superfluidade de tempo, de clareza de céu e coração, de otium [ócio] no sentido mais temerário...”.

ZOHAR, Danah. O ser quântico: uma teoria revolucionária da natureza humana e da consciência, baseada na nova física. 7 ed. São Paulo: Best Seller, 1990.

A autora procura examinar as noções de ser, movimento e relacionamento a partir da física quântica. Para ela “as coisas e acontecimentos que eram vistos como seres separados são agora aspectos múltiplos de um todo maior e suas existências ‘individuais’ se definem através do contato com esse todo”. Apresenta no livro o conceito quântico de “relacionamento não-local”, oferecendo a chave para compreendermos a nós mesmos e nossa interação com o mundo do qual somos parte. Tem muito a ver com o mundo do ciberespaço, o da blogosfera, pois, segundo ela, “todas as coisas e todos os momentos tocam uns nos outros em todos os pontos”.

REVEL, Jean-François; RICARD, Matthieu. O monge e o filósofo: o budismo hoje. 2 ed. São Paulo: Mandarim, 1998.

Gosto de discutir paradoxos. Promover a dialética e buscar o diálogo pela observação de pontos convergentes, motivações divergentes. É a compreensão a traçar o plano dos possíveis e imagináveis. É a reconciliação. A compreensão. O respeito às diferenças. Neste livro, pai agnóstico e filho budista conversam a respeito do crescente interesse sobre o budismo. Um é filósofo ocidental e o outro é um monge ocidental com educação oriental. O livro ajuda aqueles que desejam conhecer mais sobre o budismo. Um bom bate-papo. Não é um livro recente, mas continua atual. Há mais coincidências do que divergências entre quem reza e quem medita. O encontro de religiões, o ecumenismo dos homens e a atitude de abertura espiritual é que fazem a diferença no mundo. A questão da globalização da violência é tema debatido no mundo inteiro. Angustia o educador, o professor que vive no cotidiano das escolas.
Por outro lado, “quando não se tem consciência da verdadeira natureza das coisas, a pessoa se apega ao modo aparente delas. O mal não passa de uma aberração, assim como o erro não passa de uma percepção incorreta da realidade. Em essência somos perfeitos e a ignorância e a violência são os véus que nos afastam de nossa natureza verdadeira e fundamental, então, por isso, ele (o mal) de fato ‘aparece’, mas nem por isso tem existência própria. Quando se toma uma corda por uma cobra, a cobra nunca existiu, em momento algum e de nenhuma maneira, a não ser ilusória. O erro, portanto, só tem um modo de existência puramente negativo, não possui existência própria. É pelo fato de o conhecimento ser a natureza última da ignorância que esta pode ser dissipada. Pode-se lavar uma barra de ouro, mas não se poderia embranquecer um pedaço de carvão” (p.172-3). Há que rever as nossas realidades e enfrentar os fantasmas do mal, do erro, da violência e resgatar a pessoa. O livro nos ajuda a re-olhar todos os cantos e recônditos do ser/estar. “A ignorância aparece no seio do conhecimento, mas, não pertence à natureza última do conhecimento (...) o ouro não muda nunca, mesmo mergulhado na lama; o sol brilha continuamente, mesmo escondido pelas nuvens” (p. 173-4). É preciso acreditar na transformação e acreditar nos projetos pedagógicos diante - e nas - realidades das escolas da vida.

Nessa corrente amiga repasso o selinho ao e às amantes da leitura, como eu:

1. Tati Martins (Rio de Janeiro, RJ)
2.
Lenira, Deolinda, Claudiane e Vanda (Baixo Guandu-ES)3. Eduardo Marculino (Rio de Janeiro, RJ)
4.
Sheila Regina (Marabá-PA)
5.
Mary Sônia (Marabá-PA)

sábado, 5 de dezembro de 2009

Instigante: a palavra da vez


Olha que selinho mais blogueiro...

Boa palavramundo nesse ambiente dos edublogueiros, a INSTIGANTE, através dela encontramos muitos de nós por aí espalhados. Bom passeio instrutivo, amigo...

Recebi este selinho da
Jenny que me fez lembrar de Marisa Monte a conhecer e aprender com gentileza. Estamos a fazer nossas releituras sobre “gentileza gera gentileza”. Podemos e devemos cuidar de nosso tempo e reaprender outros e novos ritmos, cadências, respirações, libertações do eu tão apressado que se esquece e de ver seu semelhante. Espelhos d’alma. Um olhar desvelador para além do espelho. Fez-me à flor da pele de Hilde (em: O Mundo de Sofia) atravessando o lago naquele barco e a se deparar com o tal espelho mágico naquela cabana, paradoxos do mundo real/irreal. Nessa rede autopoiética aprende-se a se auto-organizar e a vibrar com o inesperado, percorremos por novas conexões a ampliar leituras e redescobrir linguagens, percebemo-nos resilientes diante de um mundo caótico, complexo, violento, contraditório que nos exige botar ordem em nosso e noutros ninhos, com cadinhos de esperanças e paz a sorrir, porque somos teimosos e reaprendemos a palavra solidariedade. Reeducações. Superações.

Tecendo os caminhos dos selinhos e no intermédio de suas muitas homenagens cheguei até uma
outra Maria e não posso deixar de aqui transcrever suas belas palavras sobre o que é ser instigante:

Esse selo representa os blogs que além da assiduidade das postagens e do esmero com que são feitos, provoca-nos a necessidade de refletir, questionar, aprender e sobretudo que instigam almas e mentes à procura de conhecimento e sabedoria”.

Diante da textualidade, convido a todos por lá passar e conferir... Nesse momento tenho três blogs a homenagear pelo perfil instigante:


Tati Martins, muito boa instigante que se e nos desdobra em suas boas postagens. Sabe instigar e nos levar a passear pela net.
Adrianne Ogêda, a nova amiga amante da leitura e da educação sempre nos convida a viajar e a encontrar novos e bons amigos. Suas dicas sempre me enriquecem.
Franz, o professor mediador que iniciou muita gente aqui no Pará, as escolas municipais e estaduais estão dinamizando suas didáticas através da blogagem pedagógica, inovando, redescobrindo ânimos e linguagens, além de que, seus post merecem nossa reverência pela diversidade, pelas palavras muito bem colocadas, pela harmonia e sensibilidade educadora e crítica na medida certa. E por isso mesmo instigador, inquietante, ético porquanto educador amigo.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Prêmio para o Blog

É muito bom ganhar algo de pessoas especiais, que nos jubilam com a arte e o prazer da blogagem, harmonizando texto, imagem, sentimentos, curiosidades e afetividades - nos agraciam de mais alegrias culturais e infindas! Sim, elas nos afetam com seus diferentes dizeres e formas de nos fazer pensar, viajar e vontades de reescrever. Publicizo a simpatia e agradeço à Marli (http://blogosferamarli.blogspot.com) que presenteou o blog com o selinho, logo abaixo.
O regulamento é falar de 7 coisas que gosto e indicar 7 blogs para levar o selo. Então vamos lá: (1) Enéas, em janeiro, faremos trinta anos de casados; (2) Ler, em um cantinho bem gostoso; (3) Tomar café da manhã com frutas, granola, sol ou chuva, cheia de amor e felicidade por mais um dia; (4) Andar de trem de Curitiba a Paranaguá, como nos velhos tempos, a olhar as hortências, montanhas, vales, quedas d’águas e mergulhar nos túneis; (5) Sonhar e desafiar-se a tornar o mundo melhor; (6) Escrever deixando-se conhecer e redescobrindo-se nas próprias escritas; (7) Estar em casa com minhas filhas, marido e cachorros. Indico os seguintes blogs: Alfabetização em foco, Mídias na Educação Pará, Construindo o conhecimento, Netescrita, Leitura e Escrita na Escola, O PC e a Criança, e, Vivendo a Pedagogia.

Não deixe de comentar. Compartilhe conhecimento!

domingo, 19 de abril de 2009

Por Elas e para Elas: selinho da leitura

HOMENAGEM ESPECIAL

"Se eu fosse vocês, a primeira coisa que pediria à professora ao entrar na sala de aula, pela manhã, seria: 'Professora, leia-nos uma história!' Não existe melhor maneira de começar um dia de trabalho! E no final do dia, quando a noite chega, o meu pedido ao adulto mais próximo seria: 'Por favor, conte-me uma história!' Não existe melhor maneira para escorregar nos lençóis da noite! Mais tarde, quando vocês já forem grandes, lerão para outras crianças aquelas mesmas histórias. Desde que o mundo é mundo e que as crianças crescem, todas estas histórias escritas e lidas têm um nome muito bonito: literatura".

Com esse texto de Daniel Pennac, agradeço o belo selinho que acabei de receber do Blog "Alfabetização em Foco", de Lenira, Deolinda, Claudiane e Vanda.

As crianças das escolas irão ganhar mais ainda com esse encanto que nos faz muito mais felizes. Se estamos por aqui é por conta das interlocuções e aprendências possibilitadas nos diálogos de uma escola aprendente com as crianças e suas infâncias, que vai ultrapassando seus muros. As paredes da sala de aula são como janelas para o mundo, estão sempre abertas...

Comunico a felicidade e o mimo de ter recebido compartilhando o selinho com os seguintes blogs:

1. O PC e a Criança, de Jenny Horta, http://melhorart.blogspot.com/
2. Ler e escrever é só começar, de Aparecida Ferreira, http://professoraaparecida.blogspot.com/
3. Expertise em Alfabetização, Projeto da Semec Belém, http://expertiseemalfabetizacao.blogspot.com/

Você tem compromisso com a leitura?
Então, leva este selo com você e siga alguns passos:
* Postar em seu blog;
* Linkar a pessoa que te presenteou;
* Enviar para o maior número de blogs que tiverem compromisso com a Leitura (mas lembrando de deixar aquele recadinho especial).