Neste período a criança aprende naturalmente a manipular/explorar o objeto e passa a operar com símbolos, ou seja, aprende a reler objetos que ganham novos significados - funções exóticas, ou seja, é o caráter lúdico do pensamento simbólico, cujo formato nos fazem rir também. O novo efeito faz com que a criança e seus pares se divirtam, também porque estes resultados podem causar estranheza no adulto. A sua graça não está mais tão centrada em seus trejeitos, como quando era bebê de colo, a graça agora está muito mais naquilo que ela mesma produz, e reinventa significados.
Este algo inédito/original faz com que sinta o gosto da autoria, e se divirta, quando aprende em seu brinquedo a transformar o mundo (cheio de rotinas) de coisas definidas e aparentemente certinhas, exatas. Alguns adultos se questionados se inquietam. O caos criado ajuda a reorganizar a ordem.
Por que as coisas tem o nome que tem? É Marcelo questionando seu pai, e desafiando a pensar junto... |
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CAMARGO, Luís. Maneco caneco chapéu de funil. 5 ed. São Paulo: Ática, 1987.
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