
Abro parênteses para a temática do Blog. Porém, não deixa de ser uma aprendência cotidiana. Permito-me falar de minha história, ou seja, a versão de nossa história de amor.
Crescemos ouvindo a seguinte frase e "foram felizes para sempre". Muito mais eu que adoro conto de fadas e trabalhar com crianças, literatura infantil e toda a sua magia.
Casei aos 17 anos de idade, Enéas tinha 20 anos. Estávamos juntos há três anos, namoro e noivado. Todo mundo achava estranho a seriedade com que encarávamos nossa relação.
Em 26 de janeiro de 1980 "contraimos" nossas núpcias. Estranha palavra, não é mesmo? Talvez seja melhor outro chavão "trocamos as alianças". E enfrentamos a realidade dos "felizes para sempre". O que é viver apaixonadamente a vida e a dois - como um só?
Anos 80, final dos 70. Estávamos no auge da "dancing days", da "discoteque", de "os embalos de sábado à noite" (Bee Gees, Jhon Travolta, Olívia Newton-Jhon), coisas e tal. Namoros, brilhos até nas meias listradas, seduções, emoções mil, músicas, rivais, corpos dançantes, contagiantes, pulantes, felizes. Tinhamos um "maverick" vermelho e com som alto, nosso primeiro carro. Nada de exageros em drogas lícitas ou a "tentação" das ilícitas - pelo contrário, sentíamos repugnância.
Sabemos que o "felizes para sempre" é uma construção diária, como a arte de educar, tarefa que "mobiliza disposição e constante transformação", as últimas palavras vieram da querida amiga Adrianne Ogêda me felicitando na passagem deste ano e que me ensina a desacelerar em suas múltiplas e belas viagens.
Tomamos nosso café da manhã especial junto com minha mãe muito feliz que, então, disse ter
sonhado com meu pai, falecido em 1989, e que havia vindo nos visitar e a beijado nesta noite. Nossa filha Lígia, de 26 anos, estava muito feliz à mesa, os cachorrinhos "salsichinhas" eufóricos por estarmos saboreando uma bela cesta de café da manhã presenteados pela nossa filha Lorena, de 28 anos, que está em Marabá, distante de Belém a 485 Km.
Hoje para nós um dia especial, ouvimos na TV, a Ana Maria Braga entrevistando Rosamaria Murtinho e Mauro Mendonça, que completaram 50 anos de casados em julho de 2009. A atriz Taís Araújo, Helena de "Viver a Vida", fez o seguinte comentário: "a nossa geração hoje desiste muito fácil um do outro".
Foi mais um presente para nós também. Somos felizes e superamos alguns olhares ou desconfianças pelo fato de estarmos juntos assim há tanto tempo. Éramos jovens quando nos conhecemos. Eu tinha 14 anos e ele 17 anos. E daí? O amor é genuíno. Deu certo. Construir felicidade na rotina é algo que nos faz bem. Monotonia está em não saber levar a relação. O sentimento da paixão acaba e o que resta? Aprendemos a lidar com o temperamento um do outro. Sabedorias milenares do amor. Divinamente humanos.
O amor nunca está fora de moda e em qualquer época. Quantos felizes para sempre foram ressignificados? Brindamos ao que chamam de tradicional e sem preconceito. Viva a diferença! Quantas histórias de amor bem-sucedidas existem por aí e sem ser "água com açucar".
Viva o amor!
Imagem 1: http://images04.olx.pt/ui/2/48/91/19214791_1.jpg
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Crescemos ouvindo a seguinte frase e "foram felizes para sempre". Muito mais eu que adoro conto de fadas e trabalhar com crianças, literatura infantil e toda a sua magia.
Casei aos 17 anos de idade, Enéas tinha 20 anos. Estávamos juntos há três anos, namoro e noivado. Todo mundo achava estranho a seriedade com que encarávamos nossa relação.
Em 26 de janeiro de 1980 "contraimos" nossas núpcias. Estranha palavra, não é mesmo? Talvez seja melhor outro chavão "trocamos as alianças". E enfrentamos a realidade dos "felizes para sempre". O que é viver apaixonadamente a vida e a dois - como um só?

Sabemos que o "felizes para sempre" é uma construção diária, como a arte de educar, tarefa que "mobiliza disposição e constante transformação", as últimas palavras vieram da querida amiga Adrianne Ogêda me felicitando na passagem deste ano e que me ensina a desacelerar em suas múltiplas e belas viagens.
Tomamos nosso café da manhã especial junto com minha mãe muito feliz que, então, disse ter
Hoje para nós um dia especial, ouvimos na TV, a Ana Maria Braga entrevistando Rosamaria Murtinho e Mauro Mendonça, que completaram 50 anos de casados em julho de 2009. A atriz Taís Araújo, Helena de "Viver a Vida", fez o seguinte comentário: "a nossa geração hoje desiste muito fácil um do outro".
Foi mais um presente para nós também. Somos felizes e superamos alguns olhares ou desconfianças pelo fato de estarmos juntos assim há tanto tempo. Éramos jovens quando nos conhecemos. Eu tinha 14 anos e ele 17 anos. E daí? O amor é genuíno. Deu certo. Construir felicidade na rotina é algo que nos faz bem. Monotonia está em não saber levar a relação. O sentimento da paixão acaba e o que resta? Aprendemos a lidar com o temperamento um do outro. Sabedorias milenares do amor. Divinamente humanos.
O amor nunca está fora de moda e em qualquer época. Quantos felizes para sempre foram ressignificados? Brindamos ao que chamam de tradicional e sem preconceito. Viva a diferença! Quantas histórias de amor bem-sucedidas existem por aí e sem ser "água com açucar".
Viva o amor!
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